A Claro vai lançar em julho 12 novos canais de TV móvel. A operadora já oferece aos clientes dois canais: a Bandeirantes e a BandNews. Segundo o diretor de Marketing da operadora, Marco Quatorze, existem hoje 6 aparelhos habilitados para utilizar a tecnologia de TV móvel. Sem adiantar detalhes, como o preço do serviço ou os canais que serão disponibilizados pela rede da Claro. A idéia é lançar uma interface fácil para o usuário. O serviço será cobrado na forma de assinatura e também pelo tráfego. O diretor participou hoje do 6º. Congresso GSM Brasil.
Fonte: Agência Estado
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Atalho do Facebook
Apresentação
- Anti-Vírus (1)
- Aplicativos (47)
- Aprenda Fazer Downloads Sem Esperar (1)
- Converter vídeos (2)
- Dicas (11)
- Filmes e Vídeos (4)
- Fotos com Nokia N73 (1)
- Hackear N73 (1)
- IRremote (2)
- Jogos (42)
- Manual do Aparelho (1)
- Notícias Interessantes (7)
- Programas para PC (2)
- Temas (22)
- TOQUES EM MP3 (5)
- Tutoriais (31)
- Vídeos feitos com Nokia N73 (1)

Desde que a operadora Oi lançou a promoção de 31 anos falando de graça aos finais de semana, eu sempre fui cliente oi, mais infelizmente não consegui um chip da tal promoção.
Sempre fui cliente oi pelas promoções que a operadora fazia e por a maioria das pessoas também serem clientes oi.
O Sinal da Oi aqui em casa estava horrível, se algum cliente me ligasse eu tinha que sair correndo do meu quarto pro portão para atender o telefone, caso contrário não consegui falar ao telefone pois a ligação ficava horrível, desde que se falou tanto na tv sobre a portabilidade, eu me interessei, já pensou, poder mudar de operadora e levar seu número? Achei ótima a idéia e além do mais, hoje com tantas promoções existentes das operadoras, meus amigos e conhecidos, todos tem telefones de diferentes operadoras, e no momento aqui quem está predominando é a Nextel! Quando eu ví que podia mudar de operadora e continuar com meu número, não pensei duas vezes, quando a portabilidade chegou no Rio de Janeiro eu logo liguei para a operadora CLARO e disse que queria mudar para a operadora deles.
Dinheiro Gasto:
1- Tive que comprar um Chip Claro (R$ 15,00)
Processo:
1- Fiz todo processo pelo telefone, ligando do meu chip Oi para 1052, o atendimento é totalmente eletrônico, você não precisa falar com atendente nem nada, simples, rápido e fácil!
Meu chip claro estava intacto na embalagem, a única coisa que tive que falar no atendimento eletrônico é que minha operadora atual era Oi e dar o número do novo chip Claro que comprei.
2- Me deram um prazo de 04 dias úteis ( no caso, dia 17/07/2009 as 08:00h meu telefone seria Claro! )
Chegado tal dia, quando acordei, por volta das 11:00h, quando ví meu telefone, o mesmo já estava dizendo que não conseguia registrar o chip ( oi ) na rede, tirei meu chip Oi, coloquei o Claro, liguei para um telefone celular ( me deram apenas 1 real de crédito rsrs! ) e pronto, estava lá o meu antigo número da Oi usando a operadora claro.
Serviços:
1- Entrei no site da oi, na seção de torpedos e não consegui mandar sms para meu número, pois o mesmo agora é claro, entrei no site da claro, digitei meu número e consegui mandar Sms! :)
Conclusão:
1- A única coisa chata, é que quando um amigo me liga, eu tenho que avisar que meu telefone não é Oi e sim Claro, pois os amigos pensam que estão gastando seus bônus, mais na verdade estão gastando seus créditos.
2- O Sinal da Claro é simplesmente fantástico em relação ao da Oi aqui onde moro. ( Rio de Janeiro )
3- A promoção da claro de fale um minuto e ganhe 30, é bem melhor que a da Oi que você só recebe R$ 5,00 por dia, fala sério, não dá nem pra falar direito!
Para saber mais, acesse: http://www.portabilidade.com.br/

Imagine você mudar de operadora sempre que quiser e continuar com o mesmo número de telefone, fixo ou celular. Portabilidade é isso, mudar de operadora e poder manter o número. Isso facilita muito a vida das pessoas.
Humm, mas e o desbloqueio?
Muito já se falou sobre portabilidade, algumas pessoas fazem comparações com o desbloqueio, mas são coisas diferentes. A portabilidade permite que um cliente de telefonia móvel ou fixa mantenha o número do seu telefone, mesmo que troque de operadora. Já o desbloqueio de aparelho permite que o cliente use o chip da operadora que quiser no seu aparelho, observado o contrato firmado com a operadora, entendeu?
Quem pode solicitar a portabilidade?
A portabilidade é possível de operadora celular para celular e de fixa para fixa, de mesmo DDD. Isso significa que você pode mudar sua operadora a sua operadora e manter o seu número, contando que você não mude de cidade. Se você tem um celular e quiser mudar de plano, de pré para pós-pago ou vice-versa, você também pode, mas note que solicitar a portabilidade não te dispensa dos compromissos assumidos no contrato da sua linha.
Como faço para solicitar?
A solicitação da portabilidade deve ser feita na operadora para qual você quer mudar. O processo de mudança do numero pode levar até cinco dias úteis para ser concluído. O número deve estar ativo para ser portado, ou seja: Você não pode cancelar o seu número antes de solicitar a troca de operadora.
Mas como saber qual é a operadora de um número de celular?
• Para saber qual é a operadora do número que você está ligando, a Anatel permite que as operadoras ofereçam para seus clientes serviços para esta identificação. O cliente pode checar se um número pertence à Claro das seguintes maneiras:
•Toque Claro: Se você tem um celular Claro e ligar pra outro celular Claro, você vai ouvir um toque antes de iniciar a chamada. Para saber como é o toque claro acesse o site: www.portabilidade.com.br
• Torpedo: Você pode enviar gratuitamente, de um celular Claro, um Torpedo para 150 com um número do celular a ser consultado. Em caso de dúvida, envie AJUDA para 150.
• Site Claro: Acesse o site da Claro na seção Fale Conosco e digite o número do celular a ser consultado.
IMPORTANTE: Essas são facilidades oferecidas pela Claro, cada operadora terá sua forma de identificação.
Acesse: www.portabilidade.com.br e saiba mais.
Obs.: Na Claro, a portabilidade é de graça.

John Cobb, 59 anos, trabalhava como pescador comercial até que se viu forçado a abandonar o emprego por causa de uma cirrose do fígado e de um enfisema, e hoje vive em um apartamento de um cômodo em Greensboro, Carolina do Norte, com uma renda mensal fixa de US$ 674. Uma de suas esperanças era a de que o governo passasse a ajudá-lo mais, e foi exatamente isso que aconteceu em fevereiro.
A assistência veio na forma de um celular gratuito e de serviços também gratuitos de telefonia móvel.
Cobb se tornou um dos poucos norte-americanos a se beneficiar de uma nova variação em uma lei federal aprovada décadas atrás com o objetivo de fornecer serviços subsidiados de telefonia fixa aos cidadãos mais pobres. E o número de beneficiários dessa medida vem crescendo rapidamente nos últimos meses.
Sob uma nova interpretação da lei de assistência, as operadoras de telefonia móvel estão recebendo subsídios públicos para que forneçam a pessoas como Cobb um celular e, geralmente, um plano que lhes propicia 68 minutos de uso gratuito do aparelho a cada mês. Trata-se de uma forma de assistência social na comunicação móvel que, de certa forma, representa um selo de aprovação da sociedade mais ampla ao papel cada vez mais central que os dispositivos de comunicação móvel vêm desempenhando.
O aparelho fornecido a Cobb foi um Motorola 175. "Sinto-me muito mais seguro quando saio de carro. Caso eu me sinta mal, é mais fácil pedir ajuda a alguém. Se eu sofrer um colapso, posso pedir ajuda na hora", ele diz. "É uma necessidade para mim".
Os usuários não são os únicos a receber assistência do governo nos termos desse programa. Os analistas do setor de telecomunicações afirmam que, embora ainda esteja em estágio incipiente, ele poderia também beneficiar as operadoras de telefonia móvel, que enfrentam desafios igualmente sérios. A maioria dos norte-americanos já dispõe de celulares, de modo que os cidadãos mais pobres representam o último dos mercados de comunicação inexplorados do país.
"Os clientes que poderiam ser conquistados com pouco esforço já o foram, e as empresas de telefonia móvel agora estão tentando atender a todos os segmentos e nichos", disse Roger Entner, analista de telefonia móvel na Nielsen. "Oh, os pobres. Como podemos convencê-los a assinar um pacote de serviços conosco?"
As operadoras de telefonia móvel recebem um subsídio mensal de US$ 10, oferecido pelo governo, o que é suficiente para cobrir os serviços em valor de US$ 3 que estão fornecendo, excluído o custo inicial do celular, diz Entner.
Desde novembro, o número de pessoas que recebem serviço telefônico móvel subsidiado ou gratuito dobrou, para 1,4 milhão de assinantes, de acordo com Entner. Para que seja considerada elegível para o programa, chamado Lifeline, a pessoa precisa atender aos requisitos federais para que seja considerada como cidadão de baixa renda, ou estar qualificada para determinados programas públicos de assistência social, como a assistência alimentar ou o programa médico Medicare.
Essa oportunidade despertou o interesse das maiores operadoras de telefonia móvel dos Estados Unidos, entre as quais a Sprint Nextel e a AT&T. Mas a vanguarda nesse tipo de serviço é ocupada por uma empresa de porte muito menor, a Tracfone, uma operadora da Flórida que fornece serviços de telefonia móvel pré-paga e se tornou a mais conhecida das operadoras de serviços subsidiados de telefonia móvel.
A Tracfone colocou seu serviço SafeLink em operação em agosto, no Tennessee, e agora o oferece em um total de 16 Estados norte-americanos, entre os quais Nova York, Carolina do Norte e Pensilvânia, bem como na capital, Washington, de acordo com o seu site. A cada vez que inicia operações em um mercado - o que normalmente requer aprovação das autoridades estaduais -, ela veicula uma campanha de publicidade na televisão por meio da qual informa às pessoas como é fácil receber um celular gratuito, como o Motorola de Cobb.
A empresa afirma que a situação da economia vem tornando a audiência especialmente receptiva. "Nós acompanhamos informações como o número de pessoas que estão assinando para receber assistência alimentar do governo, e elas costumam acompanhar o crescimento em nosso volume de assinantes", disse Jose Fuentes, diretor de relações governamentais da Tracfone. "Isso pode não representar prova científica de uma correlação", afirmou, "mas sabemos que o momento é difícil".
Fuentes se recusou a informar o número exato de assinantes desse serviço, mas disse que a Tracfone, cujos serviços de telefonia pagos contam com 10 milhões de usuários, considera que o Lifeline representa não só uma maneira de faturar algum dinheiro mas, mais especificamente, uma oportunidade de, no futuro, converter esses assinantes subsidiados em assinantes mais convencionais, caso eles venham a reverter sua situação econômica e percam o direito a serviços telefônicos subsidiados.
"Isso poderia vir a representar um bom negócio", afirmou Fuentes.
De acordo com a Nielsen, 90% dos norte-americanos têm pelo menos um celular. Isso deixa um mercado formado de 32 milhões de pessoas, incluindo os enfermos, em disputa pelas operadoras. "E pode ter certeza de que existe uma corrida em curso para conquistar esses usuários", afirmou Entner.
Segundo o analista, a maioria esmagadora dos norte-americanos que utilizam serviços subsidiados de telefonia móvel opta pela Tracfone.
Um desses beneficiários é Leon Simmons, 52, morador do Bronx, em Nova York, que serviu na marinha, trabalhou nos correios e foi segurança, antes que um enfisema o tornasse incapaz de manter um emprego. A mulher dele, que trabalha em uma lavanderia e ganha salário mínimo, descobriu sobre o programa da Tracfone, e Simmons recebeu o seu celular em abril.
O celular gratuito não é a única forma de comunicação de que o casal dispõe, ao contrário do que acontece com outros beneficiários do programa. Da renda mensal de US$ 1,6 mil líquidos que lhes resta a cada mês depois de descontados os impostos, eles gastam US$ 159 para pagar por um pacote de telefonia fixa, acesso de banda larga à internet e TV a cabo. Mas o celular, afirma Simmons, permite que ele se comunique de maneira mais flexível com sua mulher e filha, que as mantenha informadas sobre seu paradeiro e que esteja acessível durante suas visitas ao consultório do médico que o atende.
De acordo com a Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos, o programa Lifeline foi iniciado em 1984 para garantir que todos os cidadãos do país tivessem acesso a serviços telefônicos, em caso de emergência. A Lei de Telecomunicações de 1996 abriu a competição nesse segmento a novas operadoras de telefonia fixa e móvel.
Mais recentemente, novas companhias, entre as quais a Tracfone, começaram a tentar aproveitar a oportunidade oferecida pelos serviços móveis subsidiados. Mesmo assim, a maior parte dos US$ 800 milhões que o governo federal pagou em subsídios no ano passado foram destinados aos serviços de telefonia fixa, ainda que número cada vez maior de norte-americanos venha substituindo suas linhas telefônicas convencionais por celulares.
O dinheiro usado para bancar os subsídios deriva de um imposto aplicado às contas de telefone. As operadoras de telefonia móvel que desejem aderir ao programa precisam solicitar licença às comissões estaduais de regulamentação de serviços de infraestrutura, ainda que muitos dos Estados Unidos norte-americanos tenham atribuído essa função à FCC.
A questão vem despertando controvérsia em alguns Estados sobre a forma que o subsídio deveria tomar, ou até mesmo sobre sua necessidade. Na Califórnia, por exemplo, a comissão de serviços de infraestrutura planeja colocar em debate na quinta-feira uma proposta de estender os serviços do programa Lifeline ao segmento de telefonia móvel, ideia que conta com o apoio de operadoras como AT&t, Sprint e T-Mobile.
A Greenlining Coalition, uma organização sem fins lucrativos que defende os moradores de baixa renda do Estado, propôs que as autoridades estaduais "levem o programa Lifeline da Califórnia ao século 21", de acordo com documentos públicos divulgados em preparação para a reunião da quinta-feira.
Mas o deputado estadual Felipe Fuentes, que representa um distrito eleitoral em Los Angeles, diz que o Legislativo estadual da Califórnia deveria fazer algumas perguntas incisivas antes de levar adiante a proposta - especialmente determinar se as pessoas têm a intenção de concentrar sua comunicação nos serviços móveis. Ele deseja principalmente saber se os serviços de telefonia móvel são capazes de satisfazer aspectos cruciais de um programa cujo objetivo é promover a segurança, entre os quais determinar a confiabilidade de suas operações durante uma emergência.
"E se o celular não estiver carregado, ou se uma criança não souber como utilizá-lo?", perguntou Fuentes.
Uma adolescente de 15 anos venceu, na terça-feira, um campeonato nacional de digitação de mensagens de texto nos Estados Unidos. Como prêmio, Kate Moore - que costuma enviar cerca de 14 mil SMS por mês - ganhou US$ 50 mil e um celular novo
A jovem americana venceu outros 20 finalistas depois de uma série de provas que incluíam escrever mensagens de texto com os olhos vendados ou enquanto andava por uma pista com obstáculos, informou o jornal britânico Daily Mail. O jurados avaliaram a rapidez e precisão das mensagens.
Os finalistas, todos com menos de 22 anos, foram selecionados entre 250 mil candidatos, segundo o jornal Chicago Sun-Times.
Esta é a terceira edição do campeonato de SMS, patrocinado pela LG.

Existe um motivo para a Apple ter chamado o aparelho de 3G 'S' de "Speed" (Velocidade) e não 3G C de "Compass" (Bússola) ou 3G V de "video recording" (Gravação de Vídeo). A velocidade é o principal upgrade dele e provavelmente a única grande razão para você passar para um 3G S do seu antigo 3G. E se você é virgem no uso de iPhones, definitivamente não há nenhuma dúvida: o 3G S vale os US$ 100 extras.
» Leia a resenha completa e veja as fotos no Gizmodo
» Gizmodo: review e fotos do software iPhone 3.0
» Novo iPhone 3G S chega ao Brasil em agosto
Esta declaração pode ser estranha para a maioria de nós, já que geralmente procuramos os recursos, não as especificações, quando estamos avaliando telefones ¿ e o iPhone 3G S simplesmente não nos surpreende em nada no departamento de recursos. Em vez disto, é como comprar uma TV maior ou um carro mais rápido: a sua máquina antiga funciona perfeitamente, mas depois de ter experimentado a nova por uma semana, você nunca mais vai querer voltar atrás, mesmo que isto lhe custe um pouco mais.
iPhone 3G agora é US$ 100 mais barato que seus dois maiores concorrentes, o BlackBerry Storm, da RIM, e o novo Pre, da Palm. O iPhone “está para se tornar tão onipresente quanto o iPod”.
“A Apple lançou [nesta segunda-feira, 8] um novo iPhone mais rápido, o 3G S, e cortou o preço do iPhone 3G atualmente disponível, para US$ 99. Tal jogada provavelmente criará demanda dentre muitos consumidores que estavam à espera da queda do preço antes de considerar a compra de um iPhone. A US$ 99, o iPhone 3G é um dos smartphones mais baratos do mercado”, relata Therese Poletti em artigo publicado no site especializado em mercado MarketWatch.
Na opinião dela, a partir de agora, com um modelo de iPhone custando tão pouco, as coisas vão começar a ficar interessantes. “O iPhone 3G agora é US$ 100 mais barato que seus dois maiores concorrentes, o BlackBerry Storm, da RIM, e o novo Pre, da Palm”.
O iPhone “está para se tornar tão onipresente quanto o iPod”, pondera ela.
Leia mais no artigo completo de Poletti.
“O lançamento de uma nova família de iPhones, incluindo um a um preço muito atraente, pode forçar a rival européia Nokia a repensar sua estratégia de preços para seu modelo topo de linha N97, disseram analistas nesta terça-feira”, conta Aude Lagorce em artigo também publicado no MarketWatch.
Segundo ele, essa nova família de iPhones “também jogará nas sombras o renovado esforço da Palm de entrar no mercado europeu com seu celular Pre”.
Leia mais no artigo completo de Lagorce.